terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Como licitar na UERJ sem erro!


Passo a passo da licitação começando na RedeUerjPlan

1) Captação e registro da demanda (na unidade → ponto focal)
1. A unidade identifica a necessidade (compra/serviço/obra) e aciona o ponto focal da RedeUerjPlan do seu componente organizacional.
2. O ponto focal consolida e qualifica a demanda, garantindo:
o objeto claro (o que é),
o justificativa (por que é necessário),
o impacto se não contratar,
o prazo desejado,
o estimativa inicial de custo (mesmo preliminar),
o prioridade relativa frente às outras demandas da unidade.
(Essa lógica de “articulação institucional” e compartilhamento de responsabilidades é parte do desenho da rede.)
Saída dessa etapa (o que você precisa ter em mãos): um registro “redondo” da demanda para planejamento + orçamento.
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2) Articulação com a Diplan (RedeUerjPlan → planejamento/orçamento)
3. O ponto focal atua como ponte com a Diplan (coordenação da Rede), alinhando a demanda com o planejamento e o ciclo orçamentário.
4. Em termos práticos, isso costuma envolver:
o encaixar a demanda na proposta orçamentária do período,
o ajustar prioridades,
o responder a solicitações/rodadas de consolidação (reuniões/oficinas, quando houver).
Saída dessa etapa: demanda “amarrada” ao planejamento/orçamento (o que facilita muito quando o processo vai para a DAF).
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3) A demanda vira processo formal de contratação (SEI)
5. Abrir o processo administrativo (normalmente no SEI), anexando evidências do que foi planejado/validado no âmbito da RedeUerjPlan (registro, priorização interna, justificativa).
6. Inserir o documento que “puxa” a demanda para o processo (ex.: Documento de Formalização da Demanda/DOD), com:
o objeto,
o justificativa,
o quantidade,
o prazo,
o responsável(is) técnico(s) e quem fará fiscalização/ateste,
o indicação se é compra, serviço comum, serviço contínuo, engenharia etc.
________________________________________
4) Fase preparatória (montar o “kit técnico” que a DAF/DLC precisa)
7. ETP (Estudo Técnico Preliminar)
8. Termo de Referência (TR) / Projeto Básico (conforme o objeto)
9. Mapa de riscos (com medidas de tratamento)
10. Pesquisa de preços + memória de cálculo
11. Minutas (quando aplicável): edital/anexos e minuta contratual/instrumento substitutivo
12. Aprovações/pareceres (técnico e jurídico, conforme o rito adotado)
Saída dessa etapa: processo pronto para “rodar” sem devolução por falta de peça.
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5) Encaminhamento para a DAF e condução do certame (DLC)
13. Com o kit completo, o processo segue para a DAF. 
14. A partir daí, a rotina típica é:
• análise formal do processo (checagem do conjunto ETP/TR/preços/risco),
• elaboração/ajuste e publicação do edital/aviso (quando for licitação),
• sessão pública (pregão/concorrência etc.),
• julgamento, habilitação, recursos,
• adjudicação e homologação.
________________________________________
6) Pós-licitação: contratação, execução e pagamento
15. Empenho e assinatura do contrato (ou instrumento substitutivo, conforme o caso)
16. Fiscalização/gestão do contrato (registros, medição/ateste)
17. Liquidação e pagamento
18. Encerramento / aditivos / sanções (se houver)
________________________________________
Checklist de “ordem de juntada” (do jeito que costuma evitar devolução)
1. Registro/saída da RedeUerjPlan (demanda qualificada)
2. DOD/peça de formalização da demanda
3. ETP
4. Mapa de riscos
5. TR/Projeto Básico (com critérios de medição/aceite e pagamento)
6. Pesquisa de preços (fontes + memória de cálculo)
7. Minutas/anexos
8. Aprovações/pareceres
9. Encaminhamento à DAF/DLC

Rede UerjPlan articula universidade para incentivar cultura de planejamento e orçamento participativo

Texto original: 17/12/202010:30, feito pela Diretoria de Comunicação da Uerj

 

 

A Rede de Planejamento e Orçamento da Uerj (Rede UerjPlan) foi criada pela Reitoria por meio do Ato Executivo 30 2020, em 18 de maio, e lançada oficialmente durante a solenidade comemorativa dos 70 anos da Universidade, no último dia 4 de dezembro. Seu objetivo principal é promover uma maior cultura de planejamento estratégico na instituição, integrado às questões orçamentárias para uma gestão transparente e eficiente.

A Rede UerjPlan aposta na dimensão participativa das ações e na articulação institucional, compartilhando responsabilidades, administrando demandas e recursos. Coordenada pela Diretoria de Planejamento e Orçamento da Uerj (Diplan), a Rede é composta por cerca de 50 pontos focais: servidores indicados pela direção de seus componentes organizacionais, para atuar como pontes entre eles e a Diretoria. A ideia é que esses pontos focais possam trocar ideias e propostas de planejamento para a Universidade.

 “A partir da Rede UerjPlan, estamos remodelando a forma como pensamos a gestão orçamentária e constituindo uma nova cultura de planejamento para melhor garantir a autonomia universitária”, esclareceu o diretor de Planejamento e Orçamento da Uerj, Bruno Sobral. Para isso, a Diplan promoveu encontros virtuais com as pró-reitorias, os centros setoriais e suas respectivas unidades acadêmicas. Foram ainda oferecidas oficinas técnicas remotas e reuniões sobre a Proposta Orçamentária.

No âmbito do estado do Rio de Janeiro, a atuação em redes já compõe a estratégia do órgão central de planejamento e orçamento em sua articulação com os demais setores, a exemplo das secretarias e entidades vinculadas – como a Uerj, que por ser ligada à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), integra as redes do Executivo.

“Queremos uma relação de maior cooperação e diálogo com o governo estadual sobre a modernização da gestão e dando o exemplo de uma comunidade de boas práticas. Esse é o caminho para a busca de protagonismo da Universidade nas redes governamentais já existentes de planejamento e orçamento”, afirmou Bruno Sobral.

Conheça a experiência de alguns dos integrantes da Rede UerjPlan no vídeo abaixo.

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