quarta-feira, 15 de julho de 2026

SINTAE 2026 divulga vídeo com orientações sobre como montar um resumo para o evento

 



O XII SINTAE UFRJ 2026 disponibilizou um vídeo com orientações para servidoras(es) técnico-administrativas(os) que desejam submeter trabalhos ao evento e ainda têm dúvidas sobre como elaborar um resumo.

O material apresenta dicas importantes para organizar a proposta, estruturar as informações principais e transformar experiências profissionais, projetos, ações institucionais, pesquisas e práticas de trabalho em uma submissão adequada ao evento.

Entre os pontos abordados estão a definição do tema, a clareza dos objetivos, a descrição da metodologia, a apresentação dos resultados e a relação do trabalho com o Grupo de Trabalho escolhido.

A iniciativa busca apoiar especialmente quem tem interesse em participar do SINTAE, mas ainda encontra dificuldade para transformar sua experiência em um resumo acadêmico ou técnico-científico.

O XII SINTAE UFRJ 2026 será realizado de 19 a 23 de outubro, em formato híbrido. O prazo para submissão de trabalhos vai até 15 de julho de 2026.

Assista ao vídeo no canal do SINTAE no YouTube:

https://www.youtube.com/@SINTAE.UFRJ.2026

Mais informações sobre o evento estão disponíveis no site oficial:

https://www.sintaeufrj.org

sexta-feira, 17 de abril de 2026

SINTAE 2026 na UFRJ


 

Técnicos de todo o país se mobilizam para o SINTAE 2026 na UFRJ

O 12º Seminário de Integração dos Técnicos Administrativos em Educação da UFRJ (SINTAE 2026) já está em preparação e deve reunir servidoras(es) técnico-administrativas(os) de instituições públicas de ensino superior de todo o Brasil para troca de experiências e integração entre as diferentes áreas de atuação.

Previsto para ocorrer entre os dias 19 e 23 de outubro de 2026, o evento será realizado em formato híbrido, com atividades presenciais e transmissões ao vivo, o que amplia as possibilidades de participação de técnicas(os) de diferentes regiões do país.

Criado com o objetivo de dar visibilidade ao trabalho técnico nas universidades, o SINTAE vem se consolidando ao longo de suas edições como um espaço de debate sobre as rotinas de trabalho, os processos institucionais e a produção técnico-científica desenvolvida nas instituições públicas.

 

Um evento de alcance nacional

Embora sediado na UFRJ, o seminário tem abrangência nacional e já contou, em edições anteriores, com participantes de diversas instituições públicas de ensino superior.

Os números mostram a relevância do evento:

·         Mais de 200 trabalhos apresentados em uma única edição (entre comunicações orais e pôsteres)

·         Participação de servidoras(es) de mais de 18 instituições federais

·         Público potencial que ultrapassa os 9 mil servidores técnicos apenas na UFRJ

O evento é gratuito, o que facilita a participação e amplia o acesso.

 

Organização colaborativa e interinstitucional

Diferente de edições anteriores, tradicionalmente organizadas pela Pró-Reitoria de Pessoal (PR-4), o SINTAE 2026 está sendo conduzido por uma comissão organizadora voluntária e interinstitucional.

Participam dessa organização técnicas(os) de instituições como:

IFPB, IFSPE, INES, UERJ, UFGD, UFPR, UFRJ, UFSM, UNEB e UNIRIO.

A presença de diferentes instituições contribui para reunir distintas experiências, áreas de atuação e realidades do trabalho técnico nas universidades.

 

Grupos de Trabalho refletem a diversidade das universidades

Um dos principais eixos do SINTAE são os Grupos de Trabalho (GTs), responsáveis por organizar as apresentações e discussões.

Para a edição de 2026, os GTs abrangem diferentes áreas, acompanhando a diversidade das atividades desenvolvidas pelos técnicos nas universidades:

·         Artes e Cultura

·         Assistência Estudantil, Acessibilidade e Inclusão

·         Atividades Físicas e Esportivas

·         Carreiras Públicas e Gestão de Pessoas

·         Comunicação, Arquivos e Bibliotecas

·         Educação, Ciências Sociais e Interdisciplinaridade

·         Gestão, Acompanhamento e Integração Acadêmica

·         Governança, Orçamento e Finanças

·         Meio Ambiente e Sustentabilidade

·         Museus, Coleções e Patrimônio Cultural e Artístico

·         Saúde do Trabalhador e Qualidade de Vida

·         Tecnologia da Informação

·         Temas livres

Os GTs funcionam como espaços de apresentação e discussão, reunindo profissionais de diferentes setores.

 

Submissões abertas

O SINTAE 2026 já está com chamadas abertas.

As propostas de Grupos de Trabalho e os trabalhos acadêmicos serão recebidos em nível nacional, voltados à produção técnico-científica e às experiências profissionais das(os) servidoras(es).

As submissões de propostas de GT estão abertas ente os dias 13 de abril e 1º de maio de 2026, as submissões de trabalhos acadêmicos serão formalizadas em edital previsto para lançamento no dia 11 de maio de 2026.

A proposta desta edição é ampliar a participação e garantir espaço para diferentes trajetórias e áreas de atuação dentro das instituições públicas de ensino superior.

 

Participação online e transmissão ao vivo

As atividades remotas do evento serão transmitidas ao vivo pelo canal oficial no YouTube:

https://www.youtube.com/@SINTAE.UFRJ.2026

O formato híbrido permite que técnicas(os) de todo o país acompanhem a programação, mesmo à distância.

 

Integração entre técnicas(os) das universidades públicas

O SINTAE se mantém como um espaço de encontro entre técnicas(os)-administrativas(os), voltado à troca de experiências e ao compartilhamento de práticas.

A expectativa é que a edição de 2026 reúna profissionais de diferentes instituições, promovendo o diálogo entre áreas e contribuindo para a circulação de experiências no contexto das universidades públicas.

 

📌 Mais informações:

https://conferencias.ufrj.br/index.php/sintae





 

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026


 

Serviço contínuo terceirizado (ex.: limpeza, vigilância, apoio administrativo, recepção, copeiragem, manutenção) tem bem mais “camadas” do que compra de material, porque envolve mão de obra, fiscalização mensal, gestão de riscos trabalhistas e (muitas vezes) repactuação.

Abaixo vai o mesmo formato do anterior: etapas + termos + quem faz + documento no SEI + onde trava.

 

1) Termos e etapas do serviço contínuo terceirizado

A) Planejar e pedir (unidade solicitante)

Demanda / solicitação

  • Pedido formal do serviço (por que precisa, onde, horários, quantidade de postos, nível de atendimento, etc.).

DOD (Documento de Formalização da Demanda)

  • Abre o processo e justifica:
    • necessidade contínua,
    • impacto da descontinuidade,
    • local(is) de execução,
    • responsáveis (gestora(or) e fiscais),
    • prazo desejado (data de início).

ETP (Estudo Técnico Preliminar)

  • Mostra a solução escolhida e por quê:
    • terceirizar x executar internamente x readequar força de trabalho,
    • dimensionamento (quantos postos, quais perfis),
    • turnos/escala, cobertura, substituições,
    • requisitos (uniforme, EPI, supervisão, treinamento),
    • riscos (principalmente trabalhistas e de continuidade).

TR (Termo de Referência) / Projeto Básico
É o “contrato em forma técnica”. Para terceirização contínua, precisa detalhar:

  • Descrição do serviço (escopo e limites: o que faz e o que não faz)
  • Unidade de medição (posto/mês, homem-hora, equipe/mês)
  • Dimensionamento (quantidade de postos, carga horária, escala, locais)
  • Níveis de serviço / indicadores (qualidade, prazo, frequência, cobertura)
  • Materiais/EPI (quem fornece o quê)
  • Supervisão (responsável da empresa, rotinas)
  • Substituição e cobertura (faltas, férias, afastamentos)
  • Rotina de fiscalização e medição mensal (como comprova execução)
  • Sanções e glosas (o que acontece se faltar posto, atrasar, não cumprir)
  • Forma de pagamento (normalmente mensal, após medição e atesto)
  • Regras trabalhistas/documentais (o que a empresa tem que apresentar mensalmente)

Planilha de custos e formação de preços

  • Para serviços com dedicação de mão de obra, a planilha é fundamental:
    • salários, benefícios, encargos, insumos, administração, lucro, tributos.
  • É a base para análise de exequibilidade e para futuras repactuações.

Pesquisa de preços / estimativa

  • Contratações similares (outros órgãos/unidades), painéis, cotações, memória de cálculo (com o dimensionamento).

Mapa de riscos

  • Aqui é “pesado”:
    • inadimplência trabalhista,
    • atraso de salários,
    • alta rotatividade,
    • falta de cobertura de postos,
    • acidente de trabalho / EPI,
    • passivo trabalhista e responsabilidade subsidiária,
    • greve/paralisação,
    • falhas de supervisão.

Saída dessa fase: kit técnico (TR + planilha + indicadores + rotina de fiscalização).

 

B) Licitar e contratar (área de licitações/DAF)

Edital

  • Regras do certame + anexos (TR, planilhas, modelos de proposta, declarações).

Propostas e lances

  • Empresas disputam. Em terceirização, olhar exequibilidade é vital.

Exequibilidade (proposta inexequível)

  • Avaliação se o preço “fecha a conta” com salários/encargos/benefícios obrigatórios.
  • Preço muito baixo costuma ser sinal de risco de atraso salarial.

Habilitação

  • Além de certidões, pode exigir atestados de capacidade técnica e comprovações.

Adjudicação e homologação

  • Define e confirma vencedora.

Assinatura do contrato

  • Em terceirização contínua quase sempre há contrato formal, com:
    • vigência (geralmente 12 meses),
    • possibilidade de prorrogações,
    • regras de reajuste/repactuação,
    • obrigações mensais de comprovação.

Saída desta fase: contrato assinado e pronto para iniciar.

 

C) Iniciar, fiscalizar mensalmente, pagar

Ordem de serviço / ordem de início

  • Autoriza começar e define a data de início.

Empenho (normalmente global ou estimativo)

  • Reserva orçamento para cobrir parcelas mensais do contrato.

Gestão do contrato

  • Controle de vigência, prazos, aditivos, repactuações, notificações formais.

Fiscalização do contrato

  • Acompanha execução no dia a dia e registra:
    • presença de postos,
    • qualidade do serviço,
    • ocorrências,
    • substituições e coberturas,
    • relatórios periódicos.

Medição mensal

  • “Quanto foi executado” no mês:
    • postos cumpridos x faltas,
    • indicadores atingidos,
    • serviços realizados conforme periodicidade.

Glosa

  • Desconto no pagamento se faltar posto, se não cumprir indicador, se houver irregularidade comprovada.

Atesto (ateste)

  • Confirma que a execução do mês está ok (ou parcialmente ok, com glosa).

Faturamento / Nota fiscal

  • Empresa emite NF do mês após a medição (conforme contrato).

Liquidação

  • Administração formaliza o pagamento devido com base em:
    • medição + atesto + NF + conferências.

Pagamento

  • Pago mensalmente após liquidação.

Saída final: serviço executado mês a mês, com registros e pagamentos controlados.

 

2) Quem faz o quê (bem direto)

  • Unidade solicitante: DOD, ETP, TR, dimensionamento; indica fiscais/gestora(or); fiscaliza; mede; atesta; registra ocorrências.
  • Licitações/DAF: conduz o certame; valida minutas; publica; julga; habilita; formaliza contrato.
  • Financeiro/contabilidade/orçamento: empenho, liquidação, pagamento.
  • Empresa contratada: executa; supervisiona; substitui; apresenta documentação mensal; fatura.

 

3) Termos “chave” que aparecem só (ou muito) em terceirização contínua

Posto de trabalho

  • Unidade típica do contrato: 1 pessoa alocada com jornada/escala definida.

Cobertura/Substituição

  • Regra para faltas, férias, licenças: se não cobrir, gera glosa/sanção.

Indicadores/Nível de serviço (SLA)

  • Metas de qualidade e frequência. Ex.: limpeza 3x/dia, recepção com tempo de espera máximo, etc.

Repactuação

  • Reajuste por variação efetiva de custos (principalmente por convenção coletiva) em contratos de dedicação exclusiva de mão de obra.

Reajuste

  • Correção por índice (geralmente anual), quando aplicável conforme contrato.

Reequilíbrio econômico-financeiro

  • Ajuste excepcional por fato imprevisível/extraordinário que desequilibra o contrato.

Responsabilidade subsidiária (risco)

  • Risco de o órgão ser responsabilizado em ações trabalhistas se falhar na fiscalização/documentação — por isso a rotina mensal é tão importante.

 

4) Onde mais trava (e o que evitar)

  1. TR sem dimensionamento claro (postos/escala/local/horários).
  2. Sem indicadores e sem rotina de medição (não dá para glosar nem provar execução).
  3. Planilha de custos mal feita (abre brecha para proposta inexequível e problema de salário).
  4. Falta de regras de substituição/cobertura (vira “posto vazio” e confusão).
  5. Fiscalização frágil (sem relatórios, sem checklists, sem comprovação mensal).
  6. Risco trabalhista ignorado (principalmente se a empresa atrasar salário).

 

5) Modelo mental rápido (para memorizar)

Pedir e dimensionar (DOD/ETP/TR + planilha) → licitar → contratar → iniciar → medir mensalmente → atestar → liquidar → pagar (com glosa se necessário).

 

SINTAE 2026 divulga vídeo com orientações sobre como montar um resumo para o evento

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