terça-feira, 15 de maio de 2018

Informática Básica: guia de conceitos essenciais para estudantes de Administração


Informática Básica: guia de conceitos essenciais para estudantes de Administração



Informática faz parte da rotina acadêmica e profissional de quem estuda Administração.

Produzir documentos, elaborar planilhas, preparar apresentações, acessar sistemas institucionais, trabalhar com arquivos, utilizar serviços em nuvem, participar de ambientes virtuais de aprendizagem, pesquisar informações e proteger dados são atividades que dependem de algum nível de competência digital.

Não é necessário conhecer profundamente todos os aspectos técnicos de um computador.

O mais importante é compreender os principais conceitos e desenvolver autonomia suficiente para utilizar diferentes ferramentas de maneira consciente, segura e adequada aos problemas que precisam ser resolvidos.

Este guia reúne algumas dessas noções.

Hardware e software: qual é a diferença?

Uma das primeiras distinções da informática é entre hardware e software.

Hardware

Hardware corresponde aos componentes físicos de um equipamento.

São exemplos:

processador;

memória RAM;

SSD;

placa-mãe;

monitor;

teclado;

mouse;

webcam;

microfone;

impressora;

roteador.

O processador executa instruções e realiza grande parte do processamento necessário ao funcionamento do sistema.

A memória RAM mantém temporariamente dados e programas que estão sendo utilizados naquele momento. Diferentemente do armazenamento em SSD ou HD, seu conteúdo normalmente não é preservado quando o equipamento é desligado.

Já SSDs e HDs são utilizados para armazenamento persistente de arquivos e programas.

Software

Software corresponde aos programas, sistemas e instruções executados pelos dispositivos.

São exemplos:

Windows;

Linux;

macOS;

LibreOffice;

Microsoft 365;

navegadores;

aplicativos de mensagens;

sistemas empresariais;

sistemas acadêmicos.

Hardware e software trabalham juntos.

Um programa precisa dos recursos físicos do equipamento, enquanto o hardware precisa de software para realizar atividades úteis para quem utiliza o computador.

Dispositivos de entrada e saída

Também podemos classificar equipamentos de acordo com a maneira como participam da comunicação com o computador.

Um dispositivo de entrada envia informações para o sistema.

Exemplos:

teclado;

mouse;

microfone;

scanner;

webcam.

Um dispositivo de saída apresenta informações produzidas pelo sistema.

Exemplos:

monitor;

caixas de som;

projetor;

impressora.

Alguns dispositivos podem desempenhar as duas funções.

Uma tela sensível ao toque, por exemplo, apresenta informações e também recebe comandos.

Um dispositivo de armazenamento externo pode receber e fornecer dados.

Essa classificação é útil para compreender o fluxo básico:

entrada → processamento → saída

O que é software livre?

O conceito de software livre não significa simplesmente “programa gratuito”.

Segundo a definição do Projeto GNU, software livre é aquele que respeita determinadas liberdades de quem utiliza o programa: executar o software, estudar como ele funciona, modificá-lo, redistribuir cópias e distribuir versões modificadas. O acesso ao código-fonte é necessário para algumas dessas liberdades.

Por isso:

gratuito não significa necessariamente software livre

e

software livre pode envolver atividades comerciais.

Também não é correto concluir que software livre seja automaticamente mais ou menos seguro que software proprietário.

Segurança depende de fatores como desenvolvimento, manutenção, configuração, atualizações, arquitetura e maneira como o sistema é utilizado.

A escolha entre diferentes soluções deve considerar as necessidades da organização.

LibreOffice: uma suíte de produtividade

Um dos exemplos mais conhecidos de software livre utilizado em escritórios e instituições de ensino é o LibreOffice.

Atualmente, a suíte reúne seis aplicações principais.

Writer — documentos de texto.

Calc — planilhas eletrônicas.

Impress — apresentações.

Draw — desenhos, diagramas e elementos gráficos.

Base — trabalho com bancos de dados.

Math — criação e edição de fórmulas matemáticas.

Essas ferramentas procuram atender diferentes necessidades acadêmicas e administrativas.

O importante não é necessariamente escolher uma única suíte para toda a carreira, mas compreender os conceitos utilizados por essas ferramentas.

Uma pessoa que entende estilos, planilhas, apresentações e bancos de dados consegue adaptar-se com muito mais facilidade a outros programas.

Gerenciador de arquivos

Um gerenciador de arquivos permite visualizar, organizar e administrar arquivos e pastas armazenados no dispositivo ou em locais acessíveis por ele.

No Windows, temos o Explorador de Arquivos.

No macOS, o Finder.

Em sistemas Linux existem diferentes alternativas.

Com essas ferramentas podemos:

criar pastas;

copiar arquivos;

mover documentos;

renomear;

pesquisar;

excluir;

restaurar;

acessar unidades externas;

visualizar propriedades.

Alguns atalhos aparecem em inúmeros programas:

Ctrl + C — copiar;

Ctrl + X — recortar;

Ctrl + V — colar;

Ctrl + Z — desfazer;

Ctrl + A — selecionar tudo.

Mais importante do que memorizar todos os comandos é manter uma estrutura organizada de documentos.

O que é um arquivo?

Um arquivo é uma unidade de informação armazenada em determinado meio digital.

Pode conter:

texto;

imagem;

áudio;

vídeo;

dados;

planilhas;

apresentações;

programas.

Os arquivos normalmente possuem um nome e uma extensão.

Por exemplo:

relatorio.pdf

Nesse caso:

relatorio é o nome;

.pdf é a extensão.

Ao contrário do que alguns materiais antigos ensinavam, uma extensão não precisa possuir exatamente três letras.

Existem extensões com diferentes tamanhos, como:

.docx

.xlsx

.odt

.html

.jpeg

.json

.webp

A extensão ajuda o sistema a identificar o formato e quais programas podem trabalhar com aquele arquivo.

Compactação de arquivos

Compactar arquivos pode ajudar a reduzir o espaço utilizado ou reunir vários itens em um único pacote.

Um formato bastante conhecido é:

.zip

Por exemplo, uma pasta contendo cinquenta documentos pode ser transformada em:

documentos.zip

Isso facilita o armazenamento e o compartilhamento.

É importante diferenciar arquivos compactados para arquivamento de formatos que utilizam técnicas próprias de compressão.

JPEG, PNG e MP3, por exemplo, aplicam métodos de compressão aos tipos de conteúdo que representam, mas não desempenham exatamente a mesma função de um arquivo ZIP contendo diversos documentos.

Download e upload

Esses dois conceitos aparecem constantemente.

Download é receber ou transferir dados de um sistema remoto para seu dispositivo.

Exemplos:

baixar um PDF;

salvar uma imagem;

obter um programa.

Upload é enviar dados do seu dispositivo para outro sistema.

Exemplos:

anexar um trabalho;

enviar uma fotografia;

colocar um documento na nuvem.

Uma forma simples de lembrar:

download → recebe

upload → envia

Plugins e extensões de navegador

Durante muitos anos, navegadores dependiam de plugins externos para executar determinados conteúdos.

Java, Flash Player e outros componentes eram frequentemente mencionados em cursos de informática.

Esse cenário mudou.

A MDN registra que plugins tradicionais de navegador se tornaram obsoletos e deixaram de ser suportados pelos principais navegadores. O Adobe Flash Player é provavelmente o exemplo mais conhecido dessa tecnologia antiga.

Atualmente encontramos com maior frequência as extensões de navegador.

Elas podem adicionar ou modificar funcionalidades, como:

verificadores de texto;

gerenciadores de senhas;

ferramentas de acessibilidade;

bloqueadores;

recursos de produtividade.

As extensões atuais utilizam tecnologias como WebExtensions, com compatibilidade entre vários navegadores modernos.

Como uma extensão pode solicitar permissões sobre sua navegação, instale apenas ferramentas necessárias e provenientes de fontes confiáveis.

Processadores de texto

Programas como LibreOffice Writer, Microsoft Word, Google Docs e Apple Pages permitem criar documentos estruturados.

Mais do que digitar, vale aprender a utilizar:

estilos;

títulos;

cabeçalhos e rodapés;

numeração;

tabelas;

imagens;

sumários automáticos;

comentários;

controle de alterações;

exportação para PDF;

recursos de acessibilidade.

Essas ferramentas serão úteis para relatórios, projetos, trabalhos acadêmicos, TCCs, documentos administrativos e diversas outras atividades.

Planilhas eletrônicas

Programas como LibreOffice Calc, Microsoft Excel e Google Sheets permitem organizar dados, realizar cálculos e desenvolver análises.

Algumas funções básicas que vale conhecer são:

SOMA

MÉDIA

MÁXIMO

MÍNIMO

SE

CONT.SE

Mas dominar planilhas não significa apenas conhecer fórmulas.

É importante aprender também:

estruturação de dados;

referências relativas e absolutas;

filtros;

ordenação;

validação de dados;

formatação condicional;

gráficos;

tabelas dinâmicas;

análise de cenários.

A planilha se torna especialmente interessante para Administração quando deixa de ser apenas uma tabela e passa a ajudar na interpretação de informações.

Apresentações

O LibreOffice Impress, Microsoft PowerPoint, Google Slides e outras ferramentas são utilizadas para produzir apresentações.

Uma boa apresentação não deve funcionar como um documento inteiro projetado na tela.

Ela deve apoiar a comunicação.

Por isso, procure:

reduzir blocos extensos de texto;

utilizar títulos claros;

criar hierarquia visual;

apresentar gráficos compreensíveis;

usar imagens quando acrescentarem informação;

manter contraste adequado;

pensar na acessibilidade;

adaptar o conteúdo ao público.

A tecnologia ajuda a apresentar.

Mas é a estrutura das ideias que determina se a apresentação será compreendida.

Bancos de dados

Um banco de dados permite organizar conjuntos estruturados de informações que possuem relações entre si.

Para estudantes de Administração, vale compreender pelo menos:

tabela — reúne registros;

campo — representa uma característica;

registro — representa uma ocorrência;

chave primária — identifica unicamente um registro;

chave estrangeira — relaciona tabelas;

consulta — recupera determinadas informações;

formulário — facilita a entrada de dados;

relatório — apresenta informações organizadas.

O LibreOffice Base é uma das ferramentas que permite explorar esses conceitos.

Bancos de dados estão por trás de grande parte dos sistemas de gestão utilizados pelas organizações.

LibreOffice Math

O LibreOffice Math é utilizado principalmente para criar fórmulas matemáticas.

Pode trabalhar integrado a documentos do Writer e a outras aplicações da suíte.

Ele é especialmente útil quando um trabalho acadêmico precisa apresentar expressões matemáticas com uma formatação mais apropriada.

O LibreOffice continua oferecendo Math como um dos seis componentes principais da suíte.

Ambientes Virtuais de Aprendizagem

Os Ambientes Virtuais de Aprendizagem — AVAs são plataformas utilizadas para organizar atividades educacionais em ambientes digitais.

Um dos exemplos mais conhecidos é o Moodle.

O Moodle se apresenta atualmente como um sistema de gestão da aprendizagem — LMS, Learning Management System — livre e de código aberto, permitindo criar ambientes com cursos, atividades e recursos voltados à aprendizagem colaborativa.

Um AVA pode oferecer:

materiais;

fóruns;

tarefas;

questionários;

avaliações;

calendários;

comunicação;

acompanhamento das atividades.

Ele pode ser utilizado tanto na educação a distância quanto como complemento de atividades presenciais.

Protocolos e TCP/IP

Um protocolo de rede estabelece regras utilizadas para a comunicação entre sistemas.

Um dos conjuntos mais importantes da Internet é o TCP/IP.

TCP significa:

Transmission Control Protocol

IP:

Internet Protocol

Aqui existe uma correção importante em relação a materiais antigos:

TCP/IP não é um “software livre”.

É um conjunto de protocolos e padrões de comunicação implementado por inúmeros sistemas e dispositivos.

O conceito de software livre se refere às liberdades associadas ao software e à sua licença, não a protocolos de comunicação.

Endereços IP

Dispositivos conectados às redes utilizam endereços IP para que informações possam ser encaminhadas.

Existem atualmente duas versões amplamente conhecidas:

IPv4

e

IPv6

Também não é correto afirmar simplesmente que “todo computador possui um único IP exclusivo para sempre”.

Os endereços podem ser públicos ou privados, fixos ou temporários, e diferentes dispositivos de uma rede residencial podem compartilhar externamente um mesmo endereço IPv4 público por mecanismos como NAT.

Para uma introdução à informática, basta compreender que o IP participa da identificação e do encaminhamento de informações em redes.

Códigos maliciosos

Um dos pontos mais importantes da informática atual é a segurança.

Malware é um termo geral utilizado para programas ou códigos desenvolvidos com comportamento malicioso.

Entre os tipos que você pode encontrar estão:

vírus;

worms;

trojans;

spyware;

ransomware;

keyloggers.

Um vírus normalmente depende de algum arquivo ou programa hospedeiro para se propagar.

Um worm possui capacidade de propagação pela rede.

Um trojan — cavalo de Troia procura aparentar alguma função legítima enquanto executa ações maliciosas.

Um spyware busca monitorar atividades e coletar informações.

Um keylogger registra entradas realizadas pelo teclado ou outros mecanismos de captura.

Um ransomware pode tornar dados inacessíveis, frequentemente utilizando criptografia, e exigir pagamento para tentar restabelecer o acesso. O CERT.br mantém materiais atualizados específicos sobre códigos maliciosos, ransomware, phishing, autenticação e outros temas de segurança.

Hacker, cracker e outras classificações

Materiais antigos de informática frequentemente apresentavam listas rígidas como:

“hacker = pessoa boa”

“cracker = invasor criminoso”

“lammer = iniciante”

Essa classificação não ajuda muito a compreender a segurança digital atual.

O termo hacker possui diferentes usos e contextos.

Uma pessoa pode atuar legalmente em segurança ofensiva, pesquisa de vulnerabilidades e testes autorizados.

Também existem atacantes que realizam acessos sem autorização.

O ponto importante não é o rótulo.

É perguntar:

existe autorização para realizar aquela atividade?

Acesso não autorizado, roubo de credenciais, fraude e invasão de sistemas são questões de segurança e podem também envolver consequências jurídicas.

Como se proteger

Segurança não depende apenas de instalar um antivírus.

Uma proteção adequada envolve várias camadas.

Utilize senhas fortes e diferentes.

Ative autenticação em dois fatores.

Mantenha sistemas e aplicativos atualizados.

Faça backups.

Desconfie de mensagens inesperadas.

Verifique links antes de clicar.

Instale programas apenas de fontes confiáveis.

Bloqueie o computador quando se afastar.

Proteja informações pessoais e profissionais.

Revise as permissões concedidas aos aplicativos.

O CERT.br mantém a Cartilha de Segurança para Internet com orientações sobre dispositivos, contas, dados, golpes, fraudes, autenticação e proteção de informações.

O que aconteceu com a “Web 2.0”?

Durante os anos 2000, a expressão Web 2.0 tornou-se popular para descrever uma Web mais participativa.

Blogs, wikis, redes sociais, plataformas colaborativas e conteúdos produzidos pelas próprias pessoas usuárias contrastavam com os primeiros sites predominantemente estáticos.

Esse processo foi importante.

Mas hoje a expressão é menos necessária para explicar a Internet cotidiana.

Colaboração, publicação de conteúdo, aplicativos Web, redes sociais e serviços online simplesmente fazem parte da maneira como utilizamos a Web.

Em vez de perguntar se determinada ferramenta pertence à “Web 2.0”, é mais útil compreender como os serviços digitais funcionam e como utilizá-los.

Computação em nuvem

Outro conceito que cresceu bastante foi o de computação em nuvem — cloud computing.

A nuvem não é simplesmente “um lugar na Internet onde guardamos arquivos”.

Segundo a definição do NIST, trata-se de um modelo que permite acesso sob demanda, por rede, a um conjunto compartilhado de recursos computacionais configuráveis, como armazenamento, servidores, redes, aplicações e serviços.

Por isso, utilizar a nuvem pode significar:

armazenar arquivos;

utilizar um sistema empresarial;

editar documentos;

executar aplicativos;

hospedar sites;

utilizar capacidade de processamento;

disponibilizar bancos de dados.

O NIST diferencia três modelos muito conhecidos:

SaaS — Software as a Service

PaaS — Platform as a Service

IaaS — Infrastructure as a Service.

Para a(o) estudante de Administração, o modelo mais visível costuma ser o SaaS.

Nesse caso, o software é disponibilizado como serviço e acessado normalmente pela Internet.

Computação em nuvem não elimina os cuidados com arquivos

Armazenar um documento na nuvem não significa que ele esteja automaticamente protegido contra qualquer problema.

Ainda precisamos pensar em:

controle de acesso;

senhas;

autenticação;

backup;

histórico de versões;

permissões;

privacidade;

classificação das informações.

Em uma organização, também devem ser considerados contratos, localização e tratamento dos dados, disponibilidade dos serviços e políticas de segurança.

Tecnologia em nuvem é uma ferramenta.

Ela precisa ser administrada.

E a inteligência artificial?

Uma atualização contemporânea de informática básica também precisa considerar a inteligência artificial.

Ferramentas de IA já podem ser utilizadas para:

auxiliar na redação;

organizar informações;

analisar textos;

explorar dados;

criar estruturas iniciais;

automatizar atividades;

apoiar pesquisas.

Mas essas ferramentas não devem ser tratadas como fontes infalíveis.

É necessário verificar resultados, proteger informações confidenciais, avaliar fontes e respeitar regras acadêmicas e institucionais.

IA é mais uma camada do ambiente digital que administradoras(es) precisam aprender a utilizar com senso crítico.

Informática básica hoje significa autonomia digital

Há alguns anos, um curso de informática básica poderia concentrar-se em ensinar onde ficava o botão “Salvar”, como formatar um disquete ou qual menu abrir para alterar o papel de parede.

Esses conhecimentos envelheciam quando a interface mudava.

Hoje faz mais sentido desenvolver competências que sobrevivam às mudanças dos programas.

Você precisa saber:

o que deseja fazer;

que tipo de ferramenta pode resolver o problema;

como organizar as informações;

como aprender um novo sistema;

como proteger seus dados;

como verificar os resultados produzidos.

Os programas continuarão mudando.

Novos dispositivos aparecerão.

Serviços serão substituídos.

A inteligência artificial continuará transformando ferramentas.

Mas quem compreende os conceitos consegue adaptar-se.

Para quem estuda Administração

Informática não é uma disciplina isolada da gestão.

Ela aparece em praticamente todas as áreas.

Gestão financeira utiliza sistemas e planilhas.

Marketing trabalha com plataformas e dados.

Recursos Humanos utiliza sistemas de pessoas.

Logística depende de informação integrada.

Planejamento utiliza indicadores.

Administração Pública utiliza processos e serviços digitais.

Gestão de projetos utiliza plataformas colaborativas.

Tomada de decisão depende cada vez mais de informações produzidas e processadas digitalmente.

Por isso, o objetivo deste compêndio não é transformar uma(um) estudante de Administração em profissional de Tecnologia da Informação.

É fornecer uma base para que consiga compreender, utilizar, avaliar e aprender ferramentas digitais ao longo da formação e da carreira.

Informática básica deixou de significar apenas saber operar um computador. Hoje, significa possuir autonomia para trabalhar, aprender, comunicar-se e tomar decisões em um ambiente cada vez mais digital.

Gestão financeira para administradores: conceitos, ferramentas e decisões na prática

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